sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Nao sou como as outras mulheres...

Gosto meu bem de andar nua...



Outras Mulheres
Joyce e Paulo César Pinheiro (ele, sempre Ele!)

Meu corpo é pedra em que nascem
Corais, sargaços e líquen
Que os homens todos me abracem
Só quero aqueles que fiquem.
Gosto, meu bem, de andar nua
Me pinto feito arco-íris
Jamais me tires da rua
Porque jamais serei tua
Se tu não me repartires.
Senti paixão por um bando
Escorreguei como os peixes
Por isso eu peço que quando
Sentires que já estou te amando
Eu quero é que tu me deixes.
Sou de ceder minhas graças
Não sou aquela que queres
Pertenço ao rol das devassas
Não quero que tu me faças
Igual às outras mulheres.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Eu odeio relacionamentos

Eu odeio relacionamentos. Eu odeio relacionamentos quando você é uma mulher.

Eu odeio o fato de que, como mulher, você tem que se acostumar a ser menos, simplesmente porque eles sempre foram mais! E por que? Por que Deus inventou o mais forte e o mais fraco, deveria ser a pergunta... Não porque Deus inventou o homem ou a mulher. Isto é secundário. Literalmente. Acho que porque primeiro Ele pensou no conceito de forte e de fraco, para depois separar o que seria homem ou mulher.

A resposta é: Deus inventou o mais forte e o mais fraco para que o primeiro protegesse o segundo, não se servisse dele.

TENHO CERTEZA! EU FALEI COM DEUS!!!

É tão óbvio!!! Você pergunta por que???? Simplesmente porque é melhor!!! E não me venha com essa balela de que não existe melhor ou pior, apenas diferente, senão haveria a necessidades das palavras.

É melhor dormir no quente do que no frio. É melhor comer comida fresca que podre. É melhor ser branco do que ser preto. É melhor ser homem do que mulher. Agora: é melhor ser solteira que comprometida? Melhor ser sapatão do que mal comida ou é melhor ser bicha loka do que veada inrrustida? Mas será que é melhor ser Cu de Ferro que introvertido????

E o que é pior: quem é melhor, homem ou mulher?

sábado, 30 de agosto de 2008

Por que as mulheres traem?

Eu ainda permanecerei Dou mesmo... E daí!!! Mas o meu mais novo blog é Dei Mesmo!, o que tem tudo a ver e nada a ver com a história. Eu explico...

Dou Mesmo... é uma maneira de expressar a vontade feminina de dar e de falar que deu da mesma forma que um cara faz: livre e abertamente. Dei Mesmo! é um questionamento mais profundo, que vai além da vontade de dar, tendo dado, dando você ou não.

A pergunta principal do novo blog é: POR QUE AS MULHERES TRAEM???

Como um dos meus objetivos principais de vida é provar que mulher que gosta de trepar (e que só pensa nisso... ou "naquilo"...) não é vagabunda, resolvi me expressar. No lugar da traição, eu prefiro o término, mas isso não me impede de falar como uma mulher qualquer, que de vez em quando sente vontade de colocar aquele chifre. Falta de atenção ou de interesse do outro? Excesso de carência, excesso de peso ou alguma coisa demais da nossa parte??? Não sei, mas é isso o que venho pesquisar com a ajuda de vocês. Por isso, deixem comentários, ainda que anônimos.

A pergunta, eu repito, é POR QUE AS MULHERES TRAEM, não POR QUE AS MULHERES DÃO? Ao simplesmente tentar resolver esta questão, eu me dei conta de que, mesmo sem fome, uns estão comendo por aí, enquanto a mulherada, às vezes com pudores de-mais e amor próprio de-menos, estão passando fome por aí.

Então, lanço a campanha do Fome Zero: se você não está sendo comida, talvez seja preciso dar pra outro. Será que isso é traição???

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Não é real, é dolar!!!

Por Carol Frederico

Um belo dia, estou eu lá, na casa deste bofinho com quem eu estava saindo: pintudo, educado, estudado, e rico! Depois das preliminares, EU JURO, uma hora de sexo, sem parar! Quero dizer, uma hora de penetração, sem cheiro de borracha queimada, sem aqueles pensamentos ou frases que eu ouço minhas amigas contarem: "Vai, goza logo!". Sinceramente este é o tipo de frase que eu não entendo, assim como aquela, "Hoje não, tô com dor de cabeça". Não, sério, num entra na minha cabeça.

Enfim, depois de mais um desempenho sensacional da minha parte – e da cara de pasmo da parte dele -, veio o primeiro elogio, verbal: “You were built for long distance”, “Você foi feita para longa distância”, numa analogia aos tipos de corrida. Eu agradeci sorridente e dormimos.

No dia seguinte, o outro elogio, mas por esse eu não esperava: material. Ele pergunta como eu iria pra casa, me oferecendo dinheiro para o táxi. Numa cidade onde a maioria das pessoas não tem carro, por causa do trânsito carregado na ilha e das praticidades que o metrô oferece, dar dinheiro para o táxi praticamente é a mesma coisa que levar em casa. É claro que a princípio eu recusei, porque tenho problemas mentais e não gosto de dinheiro (já estou resolvendo isto...). Só que ele fez muita questão e abriu uma mala enorme, de onde tirou uma nota. Mas qual não foi minha surpresa quando eu me dei conta de que era uma nota de US$ 100?!?!?

Todo mundo que ali vive sabe que não se paga uma corrida de táxi em NY com notas maiores que US$ 20... E que por mais que ele quisesse ser gentil, a corrida não daria mais do que US$ 25... E que com US$ 100, você pode ir até o aeroporto JFK e voltar (será que ele estava me mandando embora do país?). Não, eu não podia aceitar toda aquela grana. Então ficamos naquele bate boca, até que eu peguei o dinheiro.

Só que eu não gastei. Preferi caminhar, atravessar o Central Park a pé, pensando no assunto. Será que o que eu valho são 100 dólares, o que pelo menos é melhor do que 100 reais? O que eu poderia fazer com aquela grana? Como seria depois com ele? Decidi esperar. Mas como ao invés de um telefonema, ele me mandou uma mensagem de texto, percebi que não era bem esse tipo de tratamento que eu queria pra mim. No entanto, deu pra perceber que, fácil, eu poderia arrancar mais algumas centenas de dólares daquele bofe, até milhares, se eu quisesse, porque aquilo era o jeito que ele tinha pra se auto-afirmar, mostrar poder. Só que a tosca aqui não tem talento pra isso.

Da outra vez que nos encontramos, a primeira coisa que fiz foi devolver a notinha intacta, mesmo ele dizendo que o dinheiro era um presente pra mim. Achei que foi melhor assim, porque se eu fosse cobrar, mesmo, com todo esse talento e desempenho, tenho certeza de que ele não poderia pagar. Nem se fosse o homem mais rico do mundo!

Eu sou assim: dou mesmo! Mas gosto de dar de graça. Primeiro porque, como eu sempre digo, é dando que se recebe. Depois porque, se você cobra, não é dar, é vender. E isso vai contra a política do meu site. ;0)

É, meus caros... É real! Bom, quer dizer, não é real, É DOLAR!

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Tá olhando o quê???

Por Carol Frederico

Geralmente a galera fica 'de cara' com algumas coisas que eu falo, faço ou escrevo. E eu fico só pensando como a mesma atitude pode causar diferentes reações em pessoas.

Vou dar o exemplo da frase que eu coloquei no meu MSN: "ninguém te fode, você é que é fodível", adaptada de uma palestra que eu ouvi do Luiz Gasparetto. Teve gente que achou sensacional, teve gente que disse "que coisa feia", teve gente que não entendeu ou não se importou.

Mas àqueles que mais se incomodaram, eu pergunto: por que?

Devem achar que você é louca, tarada, cheia de idéias pervertidas e libertinas na cabeça!!! Talvez... Mas o que é que importa? O que é que importa o outro, por que é que eu sou tão igual e tão diferente de todo mundo, por que é preciso saber jogar o jogo (porque é um jogo) é isso que eu quero saber.

Como dizia o Gil, no Rock do Segurança, "Andar a Terra / Saber por que o amor / Saber por que a guerra / Olhar a cara / Da pessoa comum e da pessoa rara". Quando eu ouvi essa música pela primeira vez, muitos anos atrás, a minha alma soube exatamente o que fazer...

É isso que eu tô olhando. E você, tá olhando o que?

sábado, 21 de junho de 2008

A Buceta Tem Vontade

Por Carol Frederico

Por que ela se entrega novamente?
Por que mais uma vez ela deixa ele entrar,
e agora não é de repente?
Mas ela também tem mais possibilidades...
Quem sabe até talvez tenha vontade?

Mas com que idade?
Com que idade é permitido à mulher dizer que tem vontade?
Com os garotos, ainda bebezinhos, quanto mais durinhos, melhor!
Orgulho do papai, tesouro da mamãe...
E a irmã?
Com quantos anos pode se sentir molhadinha?
Com quantos anos pode tocar a própria bucetinha, e dizer:
Caralho, estou horny!

Escrevi esse poema pouco antes do meu programa de rádio, alguns minutos atrás... Eu estou investindo forte nesse projeto, de ser uma jornalista louca e independente. Descobri nessa parada e nessa jornada muitas coisas interessantes, que quero compartilhar por aqui!

Queria deixar, por hora, esse vídeo da Nina Simone, que uma amiga me mandou de presente de aniversário! Obrigada, Mári Lidia! Tudo a ver com o momento... Te amo!

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Maria-João

Por Carol Frederico

Maria-João é aquela mulher cheia de atitude, que só falta ter um pinto, para sair por aí, comendo todos os caras. Esse é o meu maior sonho impossível. Eu queria ser um homem... Ou uma mulher com pinto, para sair por aí, comendo todos os caras!!! ;-)

Acontece que ser Maria-João tem seu preço: você vai sempre atrair os caras mais folgados e encostados do mundo, os mais indecisos, o que precisa de um tempo, porque ainda não está pronto para um relacionamento (...com você), lembrando que ele já tem quase (ou mais de) 40 anos.

Eu queria sair por aí comendo várias bucetas. Eu seria o melhor!!! E também muito generoso. Eu compraria presentes e sempre me ofereceria para pagar a conta, como eu faço com os meus namorados, amantes, casos e pretendentes... Que tolinha, eu... Ligaria várias vezes ao dia, fazendo perguntas interessantes sobre a rotina, ouviria e memorizaria palavra por palavra, como normalmente faço.

Eu sempre penso nisso... Na outra encarnação eu fui um cara bem escroto, um filho da puta, que arrasou vários corações... O que quer dizer que eu não posso reclamar, pois já fui um homem! Um homem tão machista que nessa vida são claros os indícios da personalidade masculina que vive em mim... E o meu maior castigo é ser esse doce de menina, romântica e heterossexual, escondida na pele da megera. Ai, quem me dera...

Se dessa vez fosse um homem, faria tudo certo... Mas tudo acontece por uma razão, por um motivo.

quinta-feira, 20 de março de 2008

Negão – Parte 2 (O outro lado da história)

Por Carol Frederico

Eu sou geminiana, uma pessoa naturalmente curiosa. Além disso, sou jornalista, e a quarta coisa que sei fazer melhor (depois de escrever, dançar e transar) é perguntar. Eu sei fazer as melhores perguntas! E quando tenho tenho alguma pergunta, não consigo descansar até obter a resposta. E a minha pergunta desta vez era: O que tinha acontecido com o melhor sexo da minha vida (até então... tecnicamente...)?

Eu estava morrendo de crise de abstinência e de curiosidade quando resolvi apurar os fatos. Como tinha deletado o número dele do meu celular (por causa das crises de abstinência...), decidi colar no bar onde o negão trabalha – não sei se eu comentei, mas, para piorar, ele é bartender. O fato de ele ser bartender quer dizer que ele pode ganhar uns US$300, $400, $500 por noite e comer umas dez minas por semana, sem dó nem piedade, a sangue frio. Ou seja: o cara tá sempre “overbooked”. É duro ser gostoso... E pra conseguir um horário na agenda dele tem que rebolar, mais gostoso ainda... Ser bartender num bom restaurante em Nova York significa estar em contato com as pessoas mais brilhantes do mundo. De certa forma, ele era bem menos tosco do que eu imaginava...

Quando do lado de fora do bar eu vi aquela escultura toda, ainda não acreditei que aquilo existia. De boa... Ele é realmente, inegavelmente muito gostoso. Acho até chato ficar fazendo apologia a uma só pessoa, meio fanatismo, idolatria... mas como diz a minha mãe: O que é da pessoa, a gente tem que dar. Alto, a pele bem pretinha, o sorriso, um teclado de piano. Atrás do bar, charmoso pra caraaaaaaaaaaalho, o dono do pedaço.

Eu tomei fôlego e também cheguei toda cheia de mim. E depilada, é claro... Poderosa, de rosa, fiz com que casualmente ele acenasse para mim do lado de fora e me convidasse para entrar. Entre, sentei. Ele serviu o meu vinho. Tomei. Começamos: “E aí, como tem passado?; Como foi o ano novo?; Blá, blá, blá”. Algumas taças de vinho depois, quando ele já tinha dado a entender que não ia poder me comer naquela noite, eu finalmente perguntei: Por que você nunca mais me ligou??? É claro que, mimada que eu sou, sem saber perder, já estava apelando. Foi quando ele respondeu: Because I’m a fucking asshole (um puta de um cuzão! Palavras dele...)!

Pois bem... Não contente, eu meti os pés pelas mãos mais umas três vezes na mesma conversa. Eu disse a ele que se eu tivesse feito alguma coisa errada, queria pedir desculpas. Ele disse: Escuta, Carolina, não se desculpe. Você não fez nada errado, não tem nada do que se desculpar. Da mesma maneira que ele disse que me ligaria no dia seguinte para explicar tudo e nunca ligou... E nem vai ligar...

No final, o caso continuou sem solução... Mas a minha intuição me diz que o negão tinha sido legal pra caralho me dando o fora, porque ele sabia que eu não ia aguentar. Da mesma forma, ele sabia que eu já estava me apaixonando – paixão de pica, que quando bate fica, mas ainda paixão -, então preferiu me dar os perdidos. O cara não tá com a mínima vontade de ser namorado... Eu preferi pensar assim... Me senti melhor...

Mas vocês ainda não sabem das quentinhas... Dos meus brinquedinhos novos: um homem e uma máquina. Tudo de bom! É que eu ando muito ocupada, mas estou morrendo de saudades e prometo em breve escrever!

Beijos em todos os que dispensam seu tempo lendo minhas “carolices”.
Carolfred.

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Era uma vez um negão...

Por Carolfred

Parece piada, mas nesse momento eu estou levando o maior perdido do cara mais gostoso que já me comeu na vida. Mais uma vez, eu coloquei tudo a perder. Só que quando paro para pensar nisso não consigo deixar de questionar se a minha estupidez me prejudica ou me proteje.

Eu nunca vi um exemplo tão claro de uma pessoa que pode ser tão inteligente e tão burra ao mesmo tempo. Acontece que emocionalmente eu sou ignorante, analfabeta e com o Q.I. inferior... É triste, mas tenho que admitir. Eu levo o fora até quando eu deveria dar o fora. Isso é algo irritante, mas que acontece de modo recorrente comigo, como se Deus estivesse desenhando: É AQUI QUE VOCÊ TEM QUE MELHORAR, TOSCA!!!

É uma espécie de auto-boicote. Eu explico... Esse negão, por exemplo, ele é machista e ignorante, mas é gostoso e sabe me comer como ninguém. Só que é claro que eu com essa minha mania estúpida, arrogante e inconveniente, tive que dizer na cara o que eu pensava sobre ele. Pronto! Lógico que o negão não vai mais querer me comer... E ainda me deu o maior perdido, com requinte de crueldade!

Eu não admito que um cara queira me controlar da maneira como os homens querem controlar as mulheres hoje em dia. Digo hoje em dia porque existe essa hipocrisia de que homens e mulheres são iguais, mas todo mundo sabe que é a maior mentira. Eles ainda tentam nos controlar, mas agora fingem que não tentam (porque pega mal), o que é ainda pior... A gente não pode ter opinião; eles dizem que gostam, mas a gente não pode ter atitude. A gente não pode ligar, porque incomoda demais; a gente não pode dar, senão a gente é vaca, mas eles comem mesmo assim; nem exigir, mesmo nos tempos de AIDS, que eles transem só com uma pessoa. É nojento.

Mas o problema é que eu confundo as coisas. Eu tinha que dar pro negão e pronto. Gostoso... Não posso querer discutir política ou qualquer outra coisa com um imbecil que só é pinto. Só que o pinto dele é gostoso pra caralho, e pela primeira vez eu diria "Foda-se, é você é quem manda!"; "Tudo bem, você me controla (na cama, mas não a minha língua...)". Mas já é tarde demais, eu já estraguei tudo. Se tivesse ficado quieta, poderia continuar dando pro negão, mas linguaruda, PAGA O PREÇO. E esse é o preço, altíssimo, por sinal. Lá se vai o melhor sexo da minha vida, aquele corpo perfeito, aquela mente atrofiada. Neste momento estou tremendo de crise de abstinência. Preciso de mais uma dose daquele negão!

Mais uma constatação triste: tem sempre alguém(ns) pra quem você se dobra, que pode fazer de você gato e sapato que você não vai falar nada. E se falar, mais tarde, se arrependerá amargamente do que disse...

Eu queria dar pra ele só mais uma vez, mas pelo jeito vou ficar na saudades. Esse cara foi nota dez, nota mil, um mestre, um ás, um mago, um gênio do sexo! Grande do jeito que eu sou, ele conseguiu me carregar, me levantar, me levar, me virar, me aguentar. Homem bom é aquele que te aguenta... Mas não basta ser apenas fisicamente, tem que te aturar, realmente. Disso ele não foi capaz.

Mas no fundo, acho que a minha estupidez me protege, ao menos no final das contas, porque logo de cara eu já escolho os caras errados: fracos, desempregados, alcóolatras, viciados, ex-presidiários, mentirosos, cornos, maníacos-compulsivos, casados, viados, machistas e por aí vai... Só que como eu ponho tudo a perder, a minha imbecilidade me protege de todos esses maus-caráteres... E eu vou aprendendo com eles, para estar preparada para encontrar o cara certo! O mais legal de todos, como tem de ser! Viram como eu terminei positiva esse texto??? É porque se eu for parar pra pensar no quanto eu sou ingênua, estúpida e retardada, eu choro!!!

hahahahahaha

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Pedras de gelo

Por Carol Frederico

Não estou entendendo o que está acontecendo com as pessoas... Sinceramente. Demonstrou carinho, afeto, qualquer sentimento, tá fodido. Tem que ser frio e calculista. E filho da puta. Eu, que tomei no cu de novo por ser toda CaroLinda, tive que ouvir de um amigo: "Não pode se entregar toda..." Por que não?????? Não entendo o que há de mal nisso. Será que eu sou muito estúpida e imbecil que não entendo? Ou é essa porra de mundo machista em que eles têm que conquistar, e sentir, e dar valor... É porque eles são todos uns cornosssssssssssss!!!! E precisam ter certeza de que a gente não vai dar pra mais ninguém (como se isso fosse garantia de alguma coisa). Acham que estão controlando alguma coisa e não podem nunca, jamais, ser questionados em nada, ou colocados em xeque. Covardes! E a gente tem que abaixar a cabeça e fingir que não vê, se quiser manter uma merda de um "relacionamento". É, tô puta, mesmo! E aí?